27.9.07

Jazz em tempo de vindimas


Com o regresso das vindimas, o jazz volta a merecer lugar de destaque no Douro e em Trás-os-Montes, resultado da ligação estabelecida desde 2004 entre o Festival Internacional Douro Jazz e a região demarcada mais antiga do mundo. Aliando-se ao espírito festivo das vindimas, com uma estética musical apurada como os melhores vinhos, o festival procura marcar o calendário da região e do país com a ajuda de artistas de grande qualidade, alguns de renome internacional.
A edição de 2007 do Douro Jazz realiza-se em cinco localidades, estendendo-se um pouco por toda a geografia transmontano-duriense. Aos parceiros habituais (o Teatro de Vila Real, o Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto e a Associação Chaves Viva), juntam-se este ano o Teatro Municipal de Bragança e o município duriense de São João da Pesqueira. São 37 concertos repartidos por cinco palcos.
Nesta quarta edição do festival, impõe-se destacar dois nomes míticos do jazz mundial: Donald Harrison e Billy Cobham.


monge

4 comentários:

avelaneiraflorida disse...

Amigo monge,
excelente iniciativa!!!!

Pena que outros lugares lhe não sigam o exemplo...multiplicando as possibilidades de termos perto música de qualidade!!!!

UM BOM DIA!
Bks

monge e eremita disse...

Olá avelaneiraflorida

Felizmente vão-se atenuando (já não era sem tempo!) algumas interioridades e desta forma alarga-se o leque de opções do horizonte cultural, o que não devia ser entendido como uma benesse mas sim como um direito.
Um bom dia também para ti, amiga

bj

monge

monge e eremita disse...

Olà amigo monge,
fico feliz por saber que o jazz faz escala na nossas terras. Conseguiu passar a barreira do Marão, que sò é intransponivel a maus ventos e outros preconceitos.
Haja Jazz à frente dos montes! Que os que là mandam apreciam e agradecem e merecem!

Boas,
Abraço e até Jazz
eremita

monge e eremita disse...

Olá amigo eremita

Pois é, já vamos estando razoavelmente servidos, pelo menos em termos musicais, sem haver necessidade de deslocações mais frequentes às grandes urbes. Também já era tempo de se lembrarem dos que estão para cá do Marão, tanto tempo por todos desprezados.

Aquele abraço e até Jazz

monge