6.8.07

Olá!

Depois deste interregno, típico dum verão quente em que a vida corre devagar, acontecemos...

Gostava de vos falar do Krishnamurti: Escritor de origem indiana, desaparecido 21 anos, que deixou uma obra rica e edificante (tanto dum ponto de vista filosófico que espiritual) Este titulo foi o primeiro que descobri e confesso que foi para mim uma revelação. Não se reconhecendo em nenhuma corrente filosófica ou religiosa - aliás, nunca cessou de denunciar essas "drogas douradas" que são as religiões e as doutrinas politicas - é como livre pensador que ele aborda as questões filosóficas mais pertinentes e intemporais. Espírito livre portanto, fez da sua vida uma procura constante da verdade mesmo se a verdade, como ele dizia, não tem caminhos. Da sua vasta bibliografia, "a revolução do silêncio" e "libertar-se do conhecido" são apenas alguns exemplos, sugestivos e algo provocatórios, dum espírito "reaccionário" perante o politicamente correcto de cuja hegemonia, baseada em preconceitos, é urgente libertarmo-nos...

pacificamente,

eremita

7 comentários:

avelaneiraflorida disse...

Sinceramente, não conheço!

Mas...por vezes, é de livros assim que chegam respostas a muitas das questões que nos pomos...

Uma pista a seguir!!!!

Li Malheiro disse...

Olá.
Pertinente a abordagem, com este autor Indiano, do pacifismo, movimento possível e que deu provas com a o nascimento da maior democracia do mundo a Índia. Interessante é reflectir em que lugar do mundo germinou. Na África do Sul, onde Gandhi percebeu que a diferença pode ser uma atitude e com ela mudar o rumo. Nelson Mandela conseguiu que a democracia prosperasse...
Que a paz floresça nas mentes.
Saudações.
Li Malheiro

monge e eremita disse...

Olà e obrigado...,

efectivamente é interessante reflectir sobre em que lugar do mundo germinou a democracia. A historia ocidental aponta a Grécia como o berço deste sistema politico (o menos mau, segundo parece!...)Mas serà mesmo assim? Ou terà ela, antes da letra, tido origens para além do Mediterrâneo, cujos limites na época mal se conheciam. Acredito que possa ter mergulhado as suas raizes no Indico, talvez até nas margens férteis do rio Gange, onde a tolerância parece ser a cultura local. Cultura universal que ultrapassa a demo_cracia (poder do povo) porque diz respeito à humanidade. Mas a maioridade politica, baseada na ausencia de hirarquias, serà talvez a proxima revolução (pacifica) do século XXI, encetada hà muito pela India. Ghandi continua a apontar o caminho...
peace and love,
eremita

monge e eremita disse...

!Rectificação: Gandhi, e não Ghandi (pequena distracção ortogràfica: esperemos que não seja a ùltima!...)

monge e eremita disse...

"Ghandi"?!...:Erros de simpatia, sintomàticos duma empatia!...

monge e eremita disse...

Ps: quanto à pontuação e acentos, devo dizer que o meu teclado é "francês" (AZERTY), logo nem todos os carctères estão disponiveis.

"je suis désolé..."
eremita

Guzmán. disse...

Jiddu Krishnamurti;

“There are three monks, who had been sitting in deep meditation for many years amidst the Himalayan snow peaks, never speaking a word, in utter silence. One morning, one of the three suddenly speaks up and says, ‘What a lovely morning this is.’ And he falls silent again. Five years of silence pass, when all at once the second monk speaks up and says, ‘But we could do with some rain.’ There is silence among them for another five years, when suddenly the third monk says, ‘Why can’t you two stop chattering?”


http://www.katinkahesselink.net/kr/jokes.html

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