Quem me dera saber escrever...
"... dentro de mim afluem rios atarefados e pujantes. Crescem árvores compreensivas e centenárias. Corre-me no sangue a vontade e inocência de uma criança, e nos músculos e nos ossos, a força de cem homens....
- Mas de que me vale? Para que me vale ser um universo inexplorável? De que me vale ser um pomar se a minha fruta não pode ser colhida?"
by Pedro Vilares
... como ele.
1 comentário:
Ah Valente! Gostei. Muito.
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